Quarta-feira, 24 de Janeiro de 2018

Esta postagem traz a terceira parte da apresentação em módulos da palestra Sustentabilidade: um Despertar da Humanidade, ministrada pelo Professor Júlio Resende, do Bolinha de Gude no evento Atitude Coletiva, realizado pelo Projeto 10porhora em Outubro de 2012 na Universidade de Brasília. Esta palestra tem como objetivo debater grandes mudanças que estão ocorrendo atualmente e que apontam para a criação de uma nova sociedade, que tenha como base o equilíbrio entre os humanos, os seres vivos e o planeta terra. A partir de uma abordagem otimista, o Prof. Júlio Resende demonstra estas grandes transformações, mas principalmente o surgimento de uma ética para a sustentabilidade.

A palestra foi dividida em seis módulos, que serão lançados ao longo de duas semanas, e que reúnem as múltiplas ideias trabalhadas pelo professor para pensar o novo paradigma trazido pela sustentabilidade, assentado no fértil e transformador terreno da física quântica.

 

Nesta terceira parte, o professor reflete sobre as condições de vida no atual contexto de crise. Por um lado, temos tecnologia e bens materiais para gerar conforto para toda a humanidade, mas ainda não conseguimos distribuir equilibradamente estas conquistas. Por outro, vivemos ansiosos, depressivos e amedrontrados. Também trabalhamos mais do que na Idade Média e não estamos com a saúde equilibrada. Diante desta realidade, passamos a fugir do cotidiano. A seguir, o professor demonstra que a causa profunda da crise é a ideologia do progresso e a idéia de que ser humano é o centro do universo e pode fazer o que bem entender com o planeta Terra. Por fim, é apresentada a visão de que estamos vivendo um grande ponto de mutação, assim como defendido pelo físico quântica Fritjof Capra. Atualmente, há um modelo de sociedade morrendo, cujo valor central é do progresso material. Por outro lado, há uma nova sociedade nascendo, cuja ética está ligada ao equilíbrio da teia da vida.

 

Publicado em Educação

Este recado é pra você que está apressada; é pra você que está atrasado; pra você, querida amiga, que deseja fluir; pra você, meu irmão, que está on-line, preso no engarrafamento; pra você, minha cara, que tem anseios em se libertar das amarras do motor. Este recado é para tocar fundo em seu peito. O 10porHora tem o prazer de sussurrar esta canção em seu ouvido e escutar as batidas do seu coração.

Publicado em Recados do Coração

Este recado é pra você que está apressada; é pra você que está atrasado; pra você, querida amiga, que deseja fluir; pra você, meu irmão, que está on-line, preso no engarrafamento; pra você, minha cara, que tem anseios em se libertar das amarras do motor. Este recado é para tocar fundo em seu peito. O 10porHora tem o prazer de sussurrar esta canção em seu ouvido e escutar as batidas do seu coração.

Publicado em Recados do Coração
Segunda, 05 Maio 2014 19:40

Recados do Coração - Gostoso Demais

Este recado é pra você que está apressada; é pra você que está atrasado; pra você, querida amiga, que deseja fluir; pra você, meu irmão, que está on-line, preso no engarrafamento; pra você, minha cara, que tem anseios em se libertar das amarras do motor. Este recado é para tocar fundo em seu peito. O 10porHora tem o prazer de sussurrar esta canção em seu ouvido e escutar as batidas do seu coração.

Publicado em Recados do Coração
Quinta, 10 Outubro 2013 09:00

Xará

Hoje, dedico minha postagem a um amigo, o meu Xará! Que infelizmente fez a passagem e nos deixou nessa madrugada de segunda para terça-feira. O Diego partiu desse plano, mas deixou muitas histórias, amigos, exemplos e VIDA!

Aventureiro, humilde, brincalhão, uma eterna criança... e, infelizmente, mais um jovem entre 18 e 30 anos que parte em um acidente de trânsito. Vivemos a cultura desse mundo acelerado, onde muitos riscos não são realmente discutidos e o problema da má gestão pública, das estradas e outros, auxiliam ferozmente nessas tragédias diárias.

Publicado em Cultura
Sexta, 28 Junho 2013 12:32

Hoje é Dia Mundial do Orgulho LGBT

Honestinas com orgulho se manifestam:

Moça, olha só o que eu te escrevi
É preciso força pra sonhar e perceber
Que a estrada da vida vai muito além do que se vê
E que nela a gente pode ser quem a gente quiser.
Sei que a nossa solidão doeu
E o tempo nos bateu
Enquanto a paz não assentava o corpo
Enquanto o corpo não entendia o gosto
Enquanto o gosto não acolhia o outro
Tão igual a si mesmo:
Antes do sexo, humano.
E essa paz
Eu encontrei-a quando não quis
Mais procurar respostas
Avais.
E quanto levou foi pr'eu merecer
Esse encontro
Do corpo com o gosto
Do gosto com o outro
Do outro comigo
Antes um mês e eu já não sei.
E até quem me vê lendo o jornal
Na fila do pão, sabe que eu nos encontrei
E, um dia, ninguém dirá que é tarde demais
Que é tão diferente assim
O nosso enlaçar de mãos:
Do nosso amor a gente é que(m) sabe, pequena.
É, moça
Tanto preconceito e tanto duvidar
Senso comum, gente que não sabe amar
Muito reproduzir sem questionar
Mas você me falou pr’eu não me preocupar
Ter fé e ver coragem no amor.
Em meio ao sufoco, muita gente boa pra nos acompanhar.
Nosso coração, hoje, hasteado em cores beijadas pelo Sol:
sossego.
Da nossa luta e do nosso amor
a gente é quem sabe, pequena.

foto
---

44 anos de Stonewall!

Em 28 de junho de 1969, ocorreu, na cidade de Nova York, o que veio a ser conhecido como a Rebelião de Stonewall. Stonewall era (e ainda é) um bar de frequência LGBT que sofria repetidas batidas policiais sem justificativa.

Naquele dia, os frequentadores se revoltaram contra a polícia e o tumulto que se seguiu durou três dias, mudando para sempre as atitudes repressivas das autoridades perante as pessoas LGBT e dando início à luta pela igualdade de direitos de LGBT.

Todo ano desde então esta data é celebrada por meio de paradas e outros eventos culturais, numa expressão de orgulho - e não de vergonha - de assumir publicamente a orientação sexual e identidade de gênero.

 

Texto enviado pelo amigo e colaborador Octávio Henrique Bernardo Torres, integrante do Movimento Honestinas, grupo de estudantes da Universidade de Brasília.

Publicado em Sociedade
Terça, 02 Abril 2013 00:00

Ciclofaixas Móveis: VALE?

Amigos...

Respondo logo: vale a pena ter ciclofaixas móveis.  Apesar de querer que sejam fixas, mudar a opinião carrocrática das pessoas acostumadas com seus carros é difícil.  Convencer uma única pessoa a deixar de usar o carro e ir pedalando para o trabalho já é difícil, quem já tentou sabe.  Imagine convencer milhares?  Não sejamos inocentes de achar que o poder público pode mudar isso na marra.  Muda ali na ciclofaixa, mas logo ali, perto, os motoristas que vão se sentir incomodados pela divisão do espaço, vão querer dar o troco.  E aí já viu, né? Sobra para o mais fraco, isso é, o ciclista!

Publicado em Mobilidade