Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

Mobilidade

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Quem não pedala vive menos! São tantas as experiências que o pedal proporciona que, realmente, não consigo deixar de pensar que perde muito quem não se arrisca a amar uma bicicleta. Dentre essas experiências, uma que você sem dúvidas vai passar fácil é pedalar debaixo de chuva, e pedalar nestas condições requer estar atenta/o a alguns detalhes e dicas que podem fazer a diferença. Reúno aqui algumas dicas e compartilho os itens que uso pra um pedal seguro sob água.

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Na última quarta-feira, dia 19, mais um edifício público abandonado ao descaso foi demolido. Um prédio onde tentamos desenvolver um projeto comunitário com bicicletas, uma entre as inúmeras iniciativas populares que se proliferam em todo o DF. A Bicicletaria surgiu de demanda comunitária e quis contribuir para uma cidade mais humana, aberta e promotora de outras iniciativas culturais. Nossa iniciativa foi apartada e aniquilada no processo de diálogo com o Governo, justo na época em que o GDF se vangloria dos quilômetros de extensão de ciclovias que tem construído.

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TereszinhaSobre a bicicleta, a vida passa como o solavanco das pedras indesviáveis e dos passeios triturados pela insurgência das raízes. Como é bom ser o pedal. Em desce meio-fio sobe meio-fio, posso pensar unicamente nos impactos. A cidade são árvores, hipotenusas das calçadas, pedaços de concreto perdidos, nem se lembram donde vieram. Entendem-se ciclistas pelas ruas, com o bom cumprimento do parceiro desconhecido, um olá ao reconhecimento dos perigos e da diversão. O nível e o vício da adrenalina confundem-se ao êxtase de não pensar. Só a cidade reflete. Refletem as rodas, sobre as pernas, restos de chuva, refletem os asfaltos, sobre o corpo, o calor da ilha, refletem os retrovisores, sobre retrovisores, outros retrovisores... A vida das formigas segue, e a tragédia de serem tão miudinhas ante nossa grandeza estabanada de gigante.

 
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Na verdade, acho que a gente não se esquece de bicicleta nenhuma e que toda bicicleta pode proporcionar a primeira experiência de alguma coisa! As experiências com as magrelas são inúmeras, o envolvimento com cada uma delas vai depender dos momentos, lugares, emoções e companhias...

Acho que não tenho fotos da minha primeira bicicleta. Recordo que quando criança gostava de brincar com minhas amigas vizinhas de dar volta no ‘quarteirão’. Apostávamos corridas na calçada!!! Melhor nem comentar mais nada... RS!

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Bicicleta gera gentileza (ou A negligência do Estado e a violência no trânsito) 

 

A imprensa noticiou esse mês estudo divulgado pelo Observatório Nacional de Segurança Viária destacando o Brasil como o maior país do mundo no número de vítimas fatais no trânsito:  31,3 vítimas fatais por mil habitantes. Os dados do DPVAT (seguro obrigatório) registram 60,7 mil mortes (indenizações pagas) em 2012, com crescimento de 4% sobre os dados registrados em 2011. Deve-se referir também às vítimas no trânsito com sequelas permanentes, ampliando o drama humano e da sociedade.



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